Uma vez que a principal característica do envelhecimento é a diminuição da capacidade funcional dos diversos órgãos e tecidos, que pode levar a risco aumentado de doenças muitas vezes crónico-degenerativas, a Osteopatia pode ser usada para promover medidas preventivas, restauradoras e reabilitativas, com objetivo de preservar, manter, restaurar ou desenvolver a função e assim ter um efeito significativo na realização das atividades diárias e capacidade de locomoção, ou seja autonomia.
O tratamento osteopático é um recurso não invasivo que pode ser utilizado no idoso visando os ajustes que promovem melhoria na qualidade de vida.
A normalização osteopática é suave e controlada e pode ser direcionada para a mobilidade articular, muscular, fascial e cranial, objetivando interferir na circulação, na drenagem linfática e nos impulsos nervosos.
A indicação das técnicas a serem utilizadas no tratamento vai depender das condições físicas e do grau de resistência, mas sempre haverá uma técnica capaz de beneficiar o paciente.